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A qualidade das fibras de Vidro da Owens Corning é essencial para a qualidade dos produtos compósitos fabricados por nossos clientes. Cada passo do processo de fabricação do reforço é monitorado e controlado estatisticamente, usando as técnicas da ISO 9001:2000 aceitas globalmente.

Veja Como São Feitas as Fibras de Vidro de Classe Mundial.

Matérias-Primas
Mais da metade da mistura é a sílica em forma de areia, o componente básico para qualquer vidro. Outros ingredientes são os boratos e pequenas quantidades de especialidades químicas.

"Batch"
Os materiais são misturados numa grande quantidade, a granel, chamada "batch". A mistura é então alimentada para o forno de fusão, também chamado de "tanque".

Forno de Fusão
Sua temperatura é tão alta que a areia e os outros ingredientes se dissolvem formando uma massa fundida. As paredes internas do forno são revestidas com tijolos "refratários" especiais, que, periodicamente, precisam ser substituídos.

Fieiras
A massa fundida de vidro flui para bandejas de platina altamente resistentes ao calor, as quais possuem milhares de pequenas aberturas tubulares furadas com precisão, e que são chamadas de fieiras ou "bushings".

Filamentos
Esta corrente fina de vidro fundido é puxada e atenuada (puxamento vertical) em um diâmetro preciso, e então resfriada por água e ar para garantir o diâmetro e criar um filamento.

Revestimento
Os filamentos, similares a fios de cabelos, são revestidos com uma mistura química à base de água, chamada "sizing", a qual tem duas finalidades: 1) proteger os filamentos um do outro, durante o processo e manuseio e 2) assegurar boa adesão entre a fibra e a resina.

"Strands"
Depois que o revestimento é aplicado, os filamentos são reunidos em "strands", que vão para um, entre três caminhos, dependendo do tipo de reforço que está sendo produzido.

Enroladeiras
Em muitos casos, o "strand" é enrolado em enroladeiras de alta velocidade, as quais coletam as fibras contínuas de vidro para formar as chamadas bolas ou "doffs".

Bobina Intermediária
Em um certo tipo de operação de enrolamento, os "strands" são coletados numa bobina "intermediária" que, mais tarde, é processada de várias maneiras.

Bobina de Fio Contínuo Tipo 30® ("Type 30® Roving")
Algumas enroladeiras coletam os "strands" em um cabo único em forma de "roving", chamado Tipo 30®. Muitas destas bobinas são enviadas diretamente aos clientes para serem utilizadas nos processos de pultrusão e enrolamento.

Bobina de Fio Contínuo de Multifilamentos ("Multiple-End Roving")
Para muitas bobinas intermediárias, as fibras são desenroladas e enroladas novamente em uma nova bobina com múltiplos filamentos de vidro. Estas bolas de "roving" convencional são usadas para o processos de fabricação à pistola ("spray-up") e para "sheet molding compound" (SMC).

Manta de Fio Picado ("Chopped Strand Mat")
Em uma operação única, o "roving" é picado em "strands", que são aglutinados com um ligante para formar uma manta.

Fibras Picadas para Compostos
Outros "strands" são picados e empacotados formando os reforços de fios picados (Chopped Strands) para termoplásticos e termofixos.

Manta de Filamento Contínuo
Num outro passo da produção, os "strands" formados abaixo das fieiras são tratados com um ligante ("binder") e encaracolados para a serem usados na fabricação da manta de filamento contínuo ("Continuous Filament Mat").

Estufa
As bolas são aquecidas para secar o revestimento químico.

Gaiola
As bobinas intermediárias são desenroladas a partir de uma gaiola, para formar produtos de múltiplos filamentos para desempenhos específicos, ou para atender as necessidades dos processos de fabricação de compósitos

Clientes
Os reforços da Owens Corning são projetados para atender aos critérios de adequação ao uso ("fitness-for-use") de seus clientes






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